Home » Blog » Conflito de terra no Pará vira barril de pólvora e é preciso dar um basta


Por Carlos Bordalo

A violência no campo não dá sinais de trégua e no Pará virou um barril de pólvora. O assassinato de Ronair José de Lima, liderança da ocupação Divino Pai Eterno, em São Félix do Xingu, esta semana, fez crescer uma estatística que se sustenta pela impunidade, paralisia da reforma agrária e a criminalização dos movimentos sociais.

O Pará precisa tomar uma atitude. Vou propor, através da Comissão de Direitos Humanos da Alepa, um amplo debate com os Ministérios Públicos, estadual e federal, com os governos, estadual e federal, para apreciar esse quadro de terror no campo. E convidar a Federação dos Trabalhadores na Agricultura, a Federação dos Produtores Rurais, o MST, enfim. Todos que tem a ver com esse problema.

O Pará precisa tomar uma atitude. Vou propor, através da Comissão de Direitos Humanos da Alepa, um amplo debate com os Ministérios Públicos, estadual e federal, com os governos, estadual e federal, para apreciar esse quadro de terror no campo. E convidar a Federação dos Trabalhadores na Agricultura, a Federação dos Produtores Rurais, o MST, enfim. Todos que tem a ver com esse problema.

É preciso dar um basta no crime de mando, na bandidagem e na grilagem de terra no Pará. Equacionar problema de terra com violência e covardia é coisa de bandido e bandido tem que ser punido no rigor da lei.
 

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